A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) é uma instituição particular de solidariedade social, pessoa colectiva de utilidade pública, que tem como objectivo estatutário promover e contribuir para a informação, protecção e apoio aos cidadãos vítimas de infracções penais. É, em suma, uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma individualizada, qualificada e humanizada, vítimas de crimes, através da prestação de serviços gratuitos e confidenciais.Fundada em 25 de Junho de 1990, é uma instituição de âmbito nacional, localizando-se a sua sede em Lisboa. Para a realização do seu objectivo, a APAV propõe-se, nomeadamente:
• Promover a protecção e o apoio a vítimas de infracções penais em geral e em particular às mais carenciadas, designadamente através da informação, do atendimento personalizado e encaminhamento, do apoio moral, social, jurídico, psicológico e económico;
• Colaborar com as competentes entidades da administração da justiça, policiais, de segurança social, da saúde, bem como as autarquias locais, regiões autónomas e outras entidades públicas ou particulares, na defesa e exercício efectivo dos direitos e interesses da vítima de infracções penais e respectivas famílias;
• Incentivar e promover a solidariedade social, designadamente através da formação e gestão de redes de cooperadores voluntários e do mecenato social, bem como da mediação vítima-delinquente;
• Fomentar e patrocinar a realização de investigação e estudos sobre os problemas da vítima, para a mais adequada satisfação dos seus interesses;
• Promover e participar em programas, projectos e acções de informação e sensibilização da opinião pública;
• Contribuir para a adopção de medidas legislativas, regulamentares e administrativas, facilitadoras da defesa, protecção e apoio à vítima de infracções penais, com vista à prevenção dos riscos de vitimização e atenuação dos seus efeitos;
• Estabelecer contactos com organismos internacionais e colaborar com entidades que em outros países prosseguem fins análogos.
sábado, 16 de dezembro de 2006
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
Descriminação da mulher
Decorridas mais de três décadas sobre a revolução que quis unir todas as portuguesas e portugueses em torno de uma sociedade democrática e igualitária, a discriminação das mulheres continua a marcar variados domínios da vida laboral, política e social. Na quase totalidade dos sectores de actividade as mulheres continuam a ganhar salários inferiores aos homens, mesmo desempenhando as mesmas funções profissionais ou sendo mais qualificadas.
Na política, a percentagem das mulheres passou de uma média de 8% de eleitas em 1975 para 19,6% em 2003. Ainda assim, no actual governo, entre 53 elementos com cargos governativos apenas cinco são mulheres.
A nível social, tem-se verificado um papel de crescente destaque nas mais variadas áreas, mas ainda não foi completamente derrubada a construção social baseada nas diferenças de sexo, geradora de hierarquização e de papéis sociais desiguais.
Na política, a percentagem das mulheres passou de uma média de 8% de eleitas em 1975 para 19,6% em 2003. Ainda assim, no actual governo, entre 53 elementos com cargos governativos apenas cinco são mulheres.
A nível social, tem-se verificado um papel de crescente destaque nas mais variadas áreas, mas ainda não foi completamente derrubada a construção social baseada nas diferenças de sexo, geradora de hierarquização e de papéis sociais desiguais.
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Procure ajuda!!!!
NMUME
APAV
E muitas mais instituições existem para a ajudar. Não consita, denuncie, por si e pelos seus filhos. vamos fazer um mundo melhor. MAIS COLORIDO
O Projecto Núcleo Mulher e Menor (NMUME) foram seleccionados pelo representante nacional da Rede Europeia de Prevenção da Criminalidade para constituir a candidatura de Portugal ao Prémio Europeu de Prevenção Criminal 2006.
Visando apresentar a candidatura nacional na Finlândia, esteve presente, em Hameenlinna, de 26 a 29 de Novembro, uma delegação da Guarda Nacional Republicana para expor o Projecto durante a Conferência Europeia Anual de Boas Práticas de Prevenção Criminal.
Conjuntamente com o Projecto NMUME, estiveram a concurso projectos de todos os países da União Europeia.
Os projectos podiam abarcar qualquer questão dentro do domínio da "Prevenção de Violência, Crime e Incivilidades Associados ao Abuso de Álcool e Drogas".
O Projecto NMUME abordou a problemática do álcool, drogas e prevenção da violência doméstica.
APAV
E muitas mais instituições existem para a ajudar. Não consita, denuncie, por si e pelos seus filhos. vamos fazer um mundo melhor. MAIS COLORIDO
O Projecto Núcleo Mulher e Menor (NMUME) foram seleccionados pelo representante nacional da Rede Europeia de Prevenção da Criminalidade para constituir a candidatura de Portugal ao Prémio Europeu de Prevenção Criminal 2006.
Visando apresentar a candidatura nacional na Finlândia, esteve presente, em Hameenlinna, de 26 a 29 de Novembro, uma delegação da Guarda Nacional Republicana para expor o Projecto durante a Conferência Europeia Anual de Boas Práticas de Prevenção Criminal.
Conjuntamente com o Projecto NMUME, estiveram a concurso projectos de todos os países da União Europeia.
Os projectos podiam abarcar qualquer questão dentro do domínio da "Prevenção de Violência, Crime e Incivilidades Associados ao Abuso de Álcool e Drogas".
O Projecto NMUME abordou a problemática do álcool, drogas e prevenção da violência doméstica.
Procure ajuda!!!!
NMUME
APAV
E muitas mais instituições existem para a ajudar. Não consita, denuncie, por si e pelos seus filhos. vamos fazer um mundo melhor. MAIS COLORIDO
O Projecto Núcleo Mulher e Menor (NMUME) foram seleccionados pelo representante nacional da Rede Europeia de Prevenção da Criminalidade para constituir a candidatura de Portugal ao Prémio Europeu de Prevenção Criminal 2006.
Visando apresentar a candidatura nacional na Finlândia, esteve presente, em Hameenlinna, de 26 a 29 de Novembro, uma delegação da Guarda Nacional Republicana para expor o Projecto durante a Conferência Europeia Anual de Boas Práticas de Prevenção Criminal.
Conjuntamente com o Projecto NMUME, estiveram a concurso projectos de todos os países da União Europeia.
Os projectos podiam abarcar qualquer questão dentro do domínio da "Prevenção de Violência, Crime e Incivilidades Associados ao Abuso de Álcool e Drogas".
O Projecto NMUME abordou a problemática do álcool, drogas e prevenção da violência doméstica.
APAV
E muitas mais instituições existem para a ajudar. Não consita, denuncie, por si e pelos seus filhos. vamos fazer um mundo melhor. MAIS COLORIDO
O Projecto Núcleo Mulher e Menor (NMUME) foram seleccionados pelo representante nacional da Rede Europeia de Prevenção da Criminalidade para constituir a candidatura de Portugal ao Prémio Europeu de Prevenção Criminal 2006.
Visando apresentar a candidatura nacional na Finlândia, esteve presente, em Hameenlinna, de 26 a 29 de Novembro, uma delegação da Guarda Nacional Republicana para expor o Projecto durante a Conferência Europeia Anual de Boas Práticas de Prevenção Criminal.
Conjuntamente com o Projecto NMUME, estiveram a concurso projectos de todos os países da União Europeia.
Os projectos podiam abarcar qualquer questão dentro do domínio da "Prevenção de Violência, Crime e Incivilidades Associados ao Abuso de Álcool e Drogas".
O Projecto NMUME abordou a problemática do álcool, drogas e prevenção da violência doméstica.
o que é a violencia doméstica
Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, praticada dentro de casa, usualmente entre parentes. Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra a crianças, violência contra a mulher, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo; violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas; e violência sócio-económica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos.
Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família.
A violência praticada contra o homem, embora incomum, existe. Pode ter como agente tanto a própria mulher quanto parentes ou amigos, convencidos a espancar ou humilhar o companheiro. Também existem casos em que o homem é pego de surpresa, por exemplo, enquanto dorme.
É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, especialmente contra a mulher. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relaciomento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo; violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaças, gestos e posturas agressivas; e violência sócio-económica, quando envolve o controle da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos.
Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família.
A violência praticada contra o homem, embora incomum, existe. Pode ter como agente tanto a própria mulher quanto parentes ou amigos, convencidos a espancar ou humilhar o companheiro. Também existem casos em que o homem é pego de surpresa, por exemplo, enquanto dorme.
É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, especialmente contra a mulher. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relaciomento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".
sábado, 25 de novembro de 2006
Não consinta(s), denuncie(a)...
–Procurar apoio junto de família, dos amigos, do médico de família
–Existem profissionais para ajudar e resolver a problemática da violência doméstica
–Dar o primeiro passo
–Contactar as autoridades policiais
É possível acreditar que um dia tudo vai ser diferente. E o mundo mais colorido.
–Existem profissionais para ajudar e resolver a problemática da violência doméstica
–Dar o primeiro passo
–Contactar as autoridades policiais
É possível acreditar que um dia tudo vai ser diferente. E o mundo mais colorido.
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